sábado, 26 de setembro de 2015

Rosane Morais
Exposições
2015 -“Poesia de fios e pano”- Galeria Duque, Porto Alegre-RS/ “Mostra de Pequenos Formatos” - Associação de Artes Plásticas Francisco Lisboa, Porto Alegre – RS / Intercâmbio Internacional de Miniarte Moda Fashion - Museu da Moda Canela/RS/ ”Prenúncios da Primavera”, Campus 8 da UCS - Caxias do Sul-RS
2014 – “MANIFESTO” – Museu de Artes do Rio Grande do Sul, Porto Alegre-RS/ “DEUS E SUA OBRA NO SUL DA AMÉRICA - Museu Direto Humano MERCOSUL, Porto Alegre-RS/ “ÚTERO MUSEU E DOMESTICIDADE: GERAÇÃO DO FEMININO NA ARTE” - Museu de Artes do Rio Grande do Sul - Porto Alegre-RS/ ”MINIARTE”- Gal. Duque Espaço Cultural - POA-RS/ ”GEOGRAFIA DA CRIAÇÃO ARTE, DESIGN E MODA” - Museu de Artes do Rio Grande do Sul - Porto Alegre - RS
2013 - “A IMAGEM DA HISTÓRIA”- Associação de Artes Plásticas Francisco Lisboa, Porto  Alegre - RS/ “Imagem da Palavra”, Foto Galeria Virgílio Calegari, Casa de Cultura Mario Quintana, Porto Alegre-RS/ ”ENTRE: CURADORIA DE A-Z”, Galeria Sotero Cosme e Xico Stockinger, Casa de Cultura Mario Quintana - Porto Alegre-RS/”UMA+UMA+UMA+UMA”- Atelier Livre, Porto Alegre-RS
2012 - “Imagem da Palavra”- SUBIT, Montevidéu /
 “Tenet”-“Tecendo na Net”- A Casa museu do objeto brasileiro-Pinheiros-SP/ Projeto Arte e Memória: Intervenções em Prédios Públicos no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre – RS/“Tessituras” Atelier Jabutipê, Porto Alegre-RS; “Giro na ARTE”, Instituto de Arquitetos do Brasil- Porto Alegre-RS
2011 - “Conhecimento é Poder” 140 anos Biblioteca Publica-Espaço Vasco “Empilháveis IV”-  Galeria Augusto Meyer, na Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre – RS; “IV Convocatória de Arte - Arte em Xeque”, no Atelier de Arte Plano B, Porto Alegre – RS “ 1 Pessoa:Pessoas”,Galeria de Arte do Dmae - Porto Alegre-RS
2010 – Transcender Al Encantamento, “Pele Envelope do Corpo II”,  Liga de Fomento de Punta Del Este, Uruguai
2009 - A poética de um Objeto, “ Livros e não-Livros”, Atelier Livre, Porto Alegre – RS, Brasil ; Intervenção no Espaço Banheiro, “Onde o privado se torna público”, Centro Municipal de Cultura, Porto Alegre – RS, Brasil , Todas as Formas de Arte em um Único Formato, “20x20”, Espaço Cultural Chico Lisboa- Galeria Bolsa de Arte, Porto Alegre – RS, Brasil
2008 – “Memórias de Kabregu “Homenage al Maestro Pintor Enzo Domestico Kabregu”, Casa de Cultura de Maldonado, Maldonado – Uruguai/“Recriando o Planeta “PANCHE-BE”- Casa de Cultura Mário Quintana e Centro Cultural de Gramado, Porto Alegre – RS e Gramado – RS , Brasil ; Projeto de Consultoria Artística “ Documento é Legal – Carteira de Trabalho”, Salão de Exposições do Memorial da Justiça do Trabalho no RS – TRT4, Porto Alegre – RS, Brasil/ “Nós e cada uma: Laços, Brancos, Panos, Fios e Linhas” – Grupo Nós, “Memorial Descritivo”, Pinacoteca Café, Porto Alegre – RS, Brasil
2007 – “Tecidos que Viram Arte”, Espaço Cultura Chico Lisboa – Associação Riograndense de  Artes Plásticas Chico Lisboa, Porto Alegre – RS, Brasil/ “Recriando o Planeta”, “PANCHE-BE”, Semana de Arte, Porto Alegre - RS, Brasil / “Cenário e Bastidores”, “ In Dúbio Pro Misero”,  Salão de Exposições do Memorial da Justiça do Trabalho no RS – TRT4, Porto Alegre – RS, Brasil
2006 – “Cicatrizes Invisíveis”- Grupo Nós de Investigação Expressiva de Arte Contemporânea, Pinacoteca Café, Porto Alegre – RS, Brasil / Festival Brasileiro Além dos Limites, “Retrospectiva: Além dos Limites”, Artes Visuais – Galeria I – Caixa Cultural, Brasília – DF, Brasil ; Grupo de Investigações Expressiva de Arte Contemporânea, “Grupo Nós”, Espaço Novos Talentos – Assembléia Legislativa do Estado do RS, Porto Alegre – RS, Brasil
2005 – Arte no Teto de Quadro Negro, “Os Cinco Sentidos”, Intervenção no Teto Borgo Antico, Porto Alegre – RS, Brasil
2004 - “OHLEPSE” - Grupo de Investigações Expressiva de Arte Contemporânea, Espaço Alternativo – Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, Porto Alegre – RS, Brasil
1996 – Escultura e Instalação de Papel Jornal, “Os Bichos” , Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, Porto Alegre – RS, Brasil ; Exposição de Escultura Efêmera,                     “Espaço Cultural”, Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre – RS, Brasil
1994 – Espaços Culturais Banrisul, “Espaço Cultural”, Espaço Cultural do Banco do Estado do RS,      Porto Alegre – RS, Brasil / Espaço de Arte e Artesanato, “Bric”, Bric da Redenção, Porto Alegre – RS, Brasil1992 – Feira Latino Americana, Usina do Gasômetro, Porto Alegre – RS, Brasil ;
 1976 – Galeria Eucatexpo, “Exposição Salão de Jovens  Artistas”, Galeria de Artes  Eucatexpo-, Porto Alegre – RS, Brasil


Rosane Morais
Exposições
2015 -“Poesia de fios e pano”- Galeria Duque, Porto Alegre-RS/ “Mostra de Pequenos Formatos” - Associação de Artes Plásticas Francisco Lisboa, Porto Alegre – RS / Intercâmbio Internacional de Miniarte Moda Fashion - Museu da Moda Canela/RS/ ”Prenúncios da Primavera”, Campus 8 da UCS - Caxias do Sul-RS
2014 – “MANIFESTO” – Museu de Artes do Rio Grande do Sul, Porto Alegre-RS/ “DEUS E SUA OBRA NO SUL DA AMÉRICA - Museu Direto Humano MERCOSUL, Porto Alegre-RS/ “ÚTERO MUSEU E DOMESTICIDADE: GERAÇÃO DO FEMININO NA ARTE” - Museu de Artes do Rio Grande do Sul - Porto Alegre-RS/ ”MINIARTE”- Gal. Duque Espaço Cultural - POA-RS/ ”GEOGRAFIA DA CRIAÇÃO ARTE, DESIGN E MODA” - Museu de Artes do Rio Grande do Sul - Porto Alegre - RS
2013 - “A IMAGEM DA HISTÓRIA”- Associação de Artes Plásticas Francisco Lisboa, Porto  Alegre - RS/ “Imagem da Palavra”, Foto Galeria Virgílio Calegari, Casa de Cultura Mario Quintana, Porto Alegre-RS/ ”ENTRE: CURADORIA DE A-Z”, Galeria Sotero Cosme e Xico Stockinger, Casa de Cultura Mario Quintana - Porto Alegre-RS/”UMA+UMA+UMA+UMA”- Atelier Livre, Porto Alegre-RS
2012 - “Imagem da Palavra”- SUBIT, Montevidéu /
 “Tenet”-“Tecendo na Net”- A Casa museu do objeto brasileiro-Pinheiros-SP/ Projeto Arte e Memória: Intervenções em Prédios Públicos no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre – RS/“Tessituras” Atelier Jabutipê, Porto Alegre-RS; “Giro na ARTE”, Instituto de Arquitetos do Brasil- Porto Alegre-RS
2011 - “Conhecimento é Poder” 140 anos Biblioteca Publica-Espaço Vasco “Empilháveis IV”-  Galeria Augusto Meyer, na Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre – RS; “IV Convocatória de Arte - Arte em Xeque”, no Atelier de Arte Plano B, Porto Alegre – RS “ 1 Pessoa:Pessoas”,Galeria de Arte do Dmae - Porto Alegre-RS
2010 – Transcender Al Encantamento, “Pele Envelope do Corpo II”,  Liga de Fomento de Punta Del Este, Uruguai
2009 - A poética de um Objeto, “ Livros e não-Livros”, Atelier Livre, Porto Alegre – RS, Brasil ; Intervenção no Espaço Banheiro, “Onde o privado se torna público”, Centro Municipal de Cultura, Porto Alegre – RS, Brasil , Todas as Formas de Arte em um Único Formato, “20x20”, Espaço Cultural Chico Lisboa- Galeria Bolsa de Arte, Porto Alegre – RS, Brasil
2008 – “Memórias de Kabregu “Homenage al Maestro Pintor Enzo Domestico Kabregu”, Casa de Cultura de Maldonado, Maldonado – Uruguai/“Recriando o Planeta “PANCHE-BE”- Casa de Cultura Mário Quintana e Centro Cultural de Gramado, Porto Alegre – RS e Gramado – RS , Brasil ; Projeto de Consultoria Artística “ Documento é Legal – Carteira de Trabalho”, Salão de Exposições do Memorial da Justiça do Trabalho no RS – TRT4, Porto Alegre – RS, Brasil/ “Nós e cada uma: Laços, Brancos, Panos, Fios e Linhas” – Grupo Nós, “Memorial Descritivo”, Pinacoteca Café, Porto Alegre – RS, Brasil
2007 – “Tecidos que Viram Arte”, Espaço Cultura Chico Lisboa – Associação Riograndense de  Artes Plásticas Chico Lisboa, Porto Alegre – RS, Brasil/ “Recriando o Planeta”, “PANCHE-BE”, Semana de Arte, Porto Alegre - RS, Brasil / “Cenário e Bastidores”, “ In Dúbio Pro Misero”,  Salão de Exposições do Memorial da Justiça do Trabalho no RS – TRT4, Porto Alegre – RS, Brasil
2006 – “Cicatrizes Invisíveis”- Grupo Nós de Investigação Expressiva de Arte Contemporânea, Pinacoteca Café, Porto Alegre – RS, Brasil / Festival Brasileiro Além dos Limites, “Retrospectiva: Além dos Limites”, Artes Visuais – Galeria I – Caixa Cultural, Brasília – DF, Brasil ; Grupo de Investigações Expressiva de Arte Contemporânea, “Grupo Nós”, Espaço Novos Talentos – Assembléia Legislativa do Estado do RS, Porto Alegre – RS, Brasil
2005 – Arte no Teto de Quadro Negro, “Os Cinco Sentidos”, Intervenção no Teto Borgo Antico, Porto Alegre – RS, Brasil
2004 - “OHLEPSE” - Grupo de Investigações Expressiva de Arte Contemporânea, Espaço Alternativo – Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, Porto Alegre – RS, Brasil
1996 – Escultura e Instalação de Papel Jornal, “Os Bichos” , Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, Porto Alegre – RS, Brasil ; Exposição de Escultura Efêmera,                     “Espaço Cultural”, Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre – RS, Brasil
1994 – Espaços Culturais Banrisul, “Espaço Cultural”, Espaço Cultural do Banco do Estado do RS,      Porto Alegre – RS, Brasil / Espaço de Arte e Artesanato, “Bric”, Bric da Redenção, Porto Alegre – RS, Brasil1992 – Feira Latino Americana, Usina do Gasômetro, Porto Alegre – RS, Brasil ;
 1976 – Galeria Eucatexpo, “Exposição Salão de Jovens  Artistas”, Galeria de Artes  Eucatexpo-, Porto Alegre – RS, Brasil




Grupo Nós do fio
linha – trama – rede - tecido     
O grupo nasce em 2015 a partir do desejo de Daisy Viola de reunir artistas que utilizam fios e/ou tecidos como suporte ou meio de expressão na sua atividade, e que o resultado apresente valor artístico pelo seu conteúdo e subjetividade, fazendo com que o trabalho ultrapasse o limite da simples artesania de técnicas.
Este grupo tem como base o Atelier Livre. Com a possibilidade de uso do seu espaço físico, a ideia é disponibilizar uma agenda de atividades onde serão realizadas trocas de informações, relatos de experiências e atividades onde possamos desenvolver e resgatar o valor das linguagens têxteis e ampliar seu espaço no cenário artístico da cidade de Porto Alegre, resgatando inclusive o seu valor histórico no RS.
Este projeto tem como objetivo utilizar na arte contemporânea o uso de materiais milenares que ganham vida a partir da fibra; como o fio, a linha e o tecido na exploração das suas formas, cores, texturas e composição com outros materiais.
A partir da união de algumas artistas das quais seus trabalhos se manifestam através destes suportes o grupo se formou. Logo, se identificou outro aspecto relevante que conecta as mesmas; o estudo do feminino.
Então, oficializam-se as quatro integrantes fundadoras do grupo: Daisy Viola, Rosane Morais, Ana Nunes e Maísa Stolz.
Dentro das inúmeras possibilidades que a fibra e seus derivados podem oferecer dentro de um trabalho artístico, cada integrante têm sua forma de trabalho, técnicas, materiais e história de vida que se contempla em cada criação, mas, se apurarmos o olhar e percebermos as entrelinhas de cada artista, suas obras revelarão relações com a imagética da mulher, sua figura social e suas fantasias.
Daisy Viola, iniciou sua carreira artística aguçando seu olhar ao estereótipo imposto sobre a figura feminina, identificando como
rótulo deste trabalho a figura da boneca Barbie, símbolo da beleza ideal feminina no mundo moderno.
Passada esta necessidade de representação através da Barbie, a artista se voltou às mulheres reais que a cercavam em sua família.
Filha de um matriarcado se viu perdendo pelo tempo suas centenárias enquanto nasciam mais cinco novas meninas na família. Esta transição da vida inspirou uma nova fase artística na qual passou a usar bustos com papel e tecidos em forma de vestidos.
Estes trabalhos, intitulados “mulheres casca”, refletem histórias de vida contadas sobre os babados dos longos vestidos, referentes aos de prenda usados tradicionalmente pelas mulheres gaúchas do interior. Neles, Daisy deposita suas bonecas, tintas e objetos. Ao mesmo tempo em que traça histórias reais se questiona sobre quais os valores gostaria de repassar para a nova geração que começa a nascer em sua família.
Rosane Morais, parte literalmente da folha em branco, da folha de desenho que poderia virar um diário, um álbum, contar uma história, a sua própria história, seu dia-a-dia. Começa seu trabalho escrevendo em papeis um relato do que está acontecendo ao seu entorno, e quando se vê totalmente dentro deste caderno, ele toma outra dimensão e se transforma em um tipo de caderno de desenho em movimento.
A folha de papel passa a ser um tecido branco recortado em forma de capa, onde as pessoas também são convidadas a escrever, desenhar, interagir e até mesmo vestir estes “diários coletivos”.
Todo este processo parte do questionamento sobre a passagem do tempo através da pele; sobre o que nos envolve e como tratamos nosso corpo, o que vestimos para mostrar ou esconder nossa “casca” e o que o tempo revela através das nossas marcas corporais.
Seus primeiros trabalhos são compostos de bastidores de bordar, tule e linha branca. Bordava como linhas de expressão da
pele sobre o tule, aos poucos vai acrescentando fotos da família, da sua origem e suas marcas pessoais.
Rosane Morais nos aponta de forma muito sensível os ritos sociais femininos que se passam sobre a cor branca, os tules e as linhas costuradas como o tempo, nos expondo a linha da vida com seu início, meio e fim.
Ana Nunes nasceu entre os tecidos e linhas da mãe e avó costureiras. Cresceu no matriarcado de sua família composta unicamente por mulheres. Estudou o movimento feminista e tem idolatria pela figura da mulher em todos os aspectos.
Esta veneração vem com a convicção da artista de que tudo começa a partir da mulher, a mulher como geradora, não dispensando a presença masculina para dar o equilíbrio à vida.
Seu trabalho artístico se formaliza pela produção de “bonecos feito gente” nome intitulado pela própria artista, para suas criações a partir da imagem das pessoas que fazem parte do seu ciclo de amigos, parentes ou ídolos.
Com uma técnica muito peculiar, a artista modela suas esculturas com fibra têxtil, meia de nylon, linha e agulha, dando forma a personagens meticulosamente trabalhados.
Admiradora e estudiosa da Mitologia Grega e da arte, também apresenta em seu trabalho releituras de obras consagradas realizadas em crochê em modelagem tridimensional impecável.
Ana Nunes explora tanta expressão em seus bonecos que sua obra desperta sensações adversas a quem os vê. Sentimentos que vão da adoração ao espanto ou até mesmo ao medo, certificam que seus bonecos possuem uma magia singular.
Maísa Stolz, dentro do seu mundo particular cria suas esculturas híbridas de animais e seres humanos. Personagens fantasiosos surgem a partir de releituras de obras consagradas, fabulas, contos e lendas mitológicas.
As esculturas são modeladas em papel e fita plástica e posteriormente cobertas com massa de papel machê, técnicas que norteiam seu trabalho nos últimos cinco anos.
O acabamento das peças traz elementos naturais como pelos e penas bem como texturas acrílicas e tecido.
Além deste trabalho, a artista desenvolve o projeto “Maria de Pano” nascido da vontade de resgatar a tradição de fazer bonecas de pano no RS. Produzindo e dando oficinas para o incentivo desta prática.
Entre a elegância dos gatos e pássaros Dândis, Senhores Ovos, e sapos prícipes, Maísa Stolz constrói seu universo entre as fantasias de uma mulher adulta e as descobertas do mundo real.
A partir deste parâmetro sobre a proposta do grupo e suas integrantes, fica claro o uso do material em comum e o tema “feminino” permeando como consequência natural no trabalho destas a que transformam seus universos internos em expressões artísticas, pela simples e essencial necessidade de fazê-lo.
O grupo inicial está formado como uma semente plantada que tem a intenção de crescer, firmar suas raízes,expandir seus galhos e dar frutos. Como fazer para crescer? Esta é a pergunta que pretendemos responder assim que começarmos a regar nossas ideias com ações.

Poesia de fio e pano                                                                               
Ana Nunes – Cinthia Sfoggia - Daisy Viola – Estelita Branco - Maísa Stolz - Miriam Tolpolar - Rosane Morais
 Vamos ‘costurar’ os espaços da Galeria Duque com trabalhos de mulheres que desenvolvem o seu fazer artístico usando fios que já foram tecidos, que ainda serão, ou não.
Apresentamos assim, uma maneira contemporânea de resgatar fazeres femininos do tecer, tricotar, crochetar, costurar tecido, pele, historias de vida.
 Vamos expor trabalhos de mulheres que usam o tecido como suporte ou meio.
Assim teremos tecidos, tramas texturas e linhas.30/07/2015















quarta-feira, 28 de novembro de 2012

TENET BRASIL

 
O site da TENET BRASIL, mostra de arte têxtil, está no ar. Participo da mostra com um vestido da minha série de "obras vestíveis".
Confiram!!

www.tenetbrasil.net
http://www.tenetbrasil.net/#!__nz/vstc16=rosane-morais
DOBRAS | CORTES | SEGURANÇAS



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Arte em Xeque

Olá!
Convidamos para visitação daExposição da IV Convocatória de Arte - Arte em Xequee o lançamento do Catálogo e Caixa Objeto Marcando a Arte*,na FEEVALE, em Novo Hamburgo, de 09 novembro até 16 de dezembro de 2011.Atelier de Arte Plano B.

www.atelierplanob.com.br
(51) 8448.4895

*a venda por R$20,00, o Catálogo e a Caixa, contendo um exemplar da obra de cada artista do Marcando a Arte: 110 marcadores de páginas (contato@atelierplanob.com.br) Um bom presente em época de Natal!

Quem Ama Abraça

Campanha Quem Ama Abraça Com o intuito de contribuir para o enfrentamento problema social, lançamos a Campanha Quem Ama Abraça, marcando os 30 anos do dia 25 de novembro - Dia Internacional de Luta pela Não Violência contra as Mulheres e os 20 anos dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência Contra as Mulheres. Para todos os artistas participem das intervenções artísticas, IEAVi e a a Chico Lisboa apóiam essa campanha -mais informações no anexo e no site http://www.quemamaabraca.org.br/

 NO LARGO GLÊNIO PERES DIA 25 DE NOVEMBRO ÀS 16HORASARTISTAS CONVIDADASADRIANA XAPLINZORAVIA BETTIOLROSANE MORAES
Letra da Música: QUEM AMA ABRAÇA!  http://www.quemamaabraca.org.br/
Compositores GABRIEL MOURA/ROGÊ

ESTAMOS JUNTOS PRA DIZERCHEGA DE TANTA HUMILHAÇÃOQUE VOCÊ CANSA DE SOFRER(OH MULHER)PRÁ CADA UM PEDIMOS PAZUM NOVO DIA VAI NASCERNUM AMANHÃ MUITO MELHOR. QUEM AMA AJUDA, QUEM AMA AGRADADÁ CARINHO E DÁ CALORQUEM AMA CUIDA, QUEM AMA ABRAÇANÃO MALTRATA O SEU AMOR. COM RESPONSABILIDADECOM BRAVURA E COM CORAGEMNÓS PODEMOS DE VERDADEVIDAS E MAIS VIDAS SALVARÉ SÓ VOCÊ DENUNCIARTODOS NÓS ESTAMOS VENDOO QUE ESTÁ ACONTECENDONINGUEM PODE MAIS NEGAR! QUEM AMA AJUDA, QUEM AMA AGRADADÁ CARINHO E DÁ VALORQUEM AMA CUIDA, QUEM AMA ABRAÇANÃO MALTRATA O SEU AMOR MULHER CIDADÃNÃO IMPORTA A COR O PESO A IDADETODAS VOCÊS SÃO LINDAS DE VERDADEAMIGA, IRMÃ, MÃES,ESPOSAS, FILHAS, AVÓSGENTILEZA, SEJAMOS EDUCADOSDISCRIMINAÇÃO É COISA DO PASSADODIGA NÃO A ESSA ENORME COVARDIAÉ HORA DE MUDAR ESSA SITUAÇÃOÉ HORA DE MUDAR ESSA POSTURA MEU IRMÃODENUNCIE, NÃO TENHA MEDO NINGUÉM PODE MAIS FICAR CALADO ! XÔ MACHISMO !XÔ VIOLÊNCIA !XÔ DE UMA VEZ! QUEM AMA ABRAÇA!QUEM AMA AJUDA, QUEM AMA AGRADADÁ CARINHO E DÁ VALORQUEM AMA CUIDA, QUEM AMA ABRAÇANÃO MALTRATA O SEU AMOR

Convite Biblioteca Pública do estado do Rio Grande do Sul

ARTE É ALMA... Eu adorei e estou adorando, fazer o trabalho... pois  a Biblioteca, faz parte da minha vida ...Que interessante., Assim como a Barsa, para quem lembra... agora com a facilidade da comunicação,Temos a Wikipédia.... o Google... acho que sou antiga mesmooooooo...


Para saber mais sobre “CONHECIMENTO É PODER”:               
 A Biblioteca Pública é um lugar fascinante… de início, com toda sua suntuosidade até assusta quem por ali passa. Em alguns, desperta curiosidade, em outros, receio.            
 Em sua fachada, bustos contemplam a cidade e nos trazem à memória o registro de diversas áreas do conhecimento e os precursores de cada uma delas.          
Suas paredes contam histórias de épocas passadas, de personalidades ilustres da política, da literatura, religião, da ciência e trazem ao nosso olhar a beleza da arte de diversos períodos.             
Nas prateleiras, o cheiro dos livros nos convida a entrar em um mundo de poesia, aventura, romance e sabedoria. Não há quem resista á vontade de pegar um livro da prateleira, levar para mesa e ler, sob a luz de lustres antigos e de painéis murais imponentes e intrigantes, saborear a leitura nesse ambiente mágico, que faz nosso pensamento voar muito longe...            
A Biblioteca é de todos, é o espaço mais democrático de acesso à leitura e à informação. É nela que encontramos a nós mesmos e ao outro, que descobrimos o mundo ao nosso redor, que crescemos como indivíduos e aprendemos a ser parte da coletividade. Na biblioteca também ampliamos nosso conhecimento, para sabermos argumentar e questionar, tornando-nos cidadãos conscientes de nossos direitos e deveres na sociedade.             A Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul vêm cumprindo seu papel de propiciar o acesso á informação e à formação do cidadão, e promover o acesso à cultura e o fortalecimento da identidade cultural de nosso Estado. Muito ainda há por fazer, mas com a dedicação da equipe e o apoio governamental e da sociedade, chegaremos muito longe ainda... pois há 140 anos aqui circula o espírito do mundo....                                                                          
Morgana Marcon    
                                           
Diretora da BPE-RS Uma das melhores lembranças de minha adolescência é daquele ambiente luxuoso, imerso em silêncio, que me levava todos os dias à Biblioteca Pública. Ali desfrutava horas perdidas. Eu estudava no Anchieta da Duque, de modo que tudo ficava mais fácil.  Lembro que o primeiro romance que li foi na Biblioteca Pública. “Os Maias”, de Eça de Queirós. Nem os meus sonhos mais irreais me levaram a pensar, que, um dia, eu tivesse outro tipo de relação com a “Pública”.  E isso é um prêmio para meus sessenta e seis anos. O Governo do Estado, em seu propósito de levar a cultura a todos, tem dedicado uma atenção especialíssima a todas as instituições que lhe são afetas. E a nossa centenária Biblioteca está entre elas. Ainda há muito a ser feito. E o faremos. E espero que, logo, eu mesmo possa deliciar-me com aquele silêncio, com aquele luxo.  E não só eu, mas toda a população do nosso Rio Grande, que bem o merece.   Luiz Antonio de Assis Brasil Secretario de Estado da Cultura

http://www.conexaobanricoop.com.br/noticias/das-galerias-de-arte-para-as-revistas-de-moda/77

Agradecimento especial a minhas colegas, amiga, Lina Pizzato. Pela atenção, amizade,  que meSocorreu na correção e organização do texto, pois eu estava com as gavetas os guardados mexidos, desalinhados... com tantas tramas linhas fios.. para conseguir montar um paralelo,  Pois afinal são 31 anos de banco..Das galerias de arte para as revistas de moda.

A cooperada Rosane Morais concilia a carreira no Banco a uma intensa e inusitada produção artística por Conexão On Line em 29 de Setembro de 2011 Rosane Morais, cooperada e artista de mão cheia O desenho sempre fez parte da vida da cooperada Rosane Morais, que no início dos anos de 1980, ingressou no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre para desenvolver seu trabalho como artista visual. Na mesma época, ingressou no Banrisul, onde trabalha na equipe de Automação Comercial da Unidade de Infraestrutura em Tecnologia . “O Banco é meu mundo real, meus pés no chão, meu porto seguro – não posso deixar de ressaltar a importância da Cooperativa em minha vida prática, bem a como a Fundação Banrisul, pois sempre me auxiliaram e auxiliam a vencer etapas –; a arte é minha alma, meu abstrato, meu emocional e o grande desafio é materializá-la”, analisa.Desde 2005, a artista desenvolve o trabalho hoje intitulado Pele Envelope do Corpo.

A materialização da pesquisa sobre as marcas do corpo na pele está exposta na mostra coletiva Primeira Pessoa: Pessoas, na Galeria de Arte do Dmae, até 5 de outubro. Intitulada Dobras, Cortes e Seguranças, a obra consiste em vestidos-poesia dispostos em um mini guarda-roupa decorado com poema de Fernando Pessoa. Com este trabalho, Rosane já participou da exposição Transcender al Encantamento, em Punta del Este, em 2010, mesmo ano em que Rosane realizou a exposição individual na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.O trabalho que teve início com peles de frutas expostas ao ar e dentro de vidros fechados, sem ar, com a influência de estudos de anatomia, filmes de Almodóvar, músicas e poesias, chegou a vestidos sem costuras. Como envelopes que se adaptam a qualquer corpo e carregam marcas do tempo, as peças transformaram-se em nova exposição na Galeria Arte Aplicada, com o nome de Arte Vestível, no mês de julho.

Os vestidos ilustraram até uma reportagem da Revista Claudia e circularam por colunas sociais. “Embora eu utilize os envelopes há quatro anos, não via vestidos e sim meu trabalho de artes. Meu material neste momento não é tela, pincel, lápis. É a trama de fios, o tecido e a tesoura, cada um é um, sempre fazendo uma leitura de textura, da cor, respeitando o tecido como pele que tem tempo de vida como nós”, reflete a artista.Aliadas às peles e tecidos, as palavras são bastante recorrentes na arte de Rosane. “Sou bem compulsiva por desenhar, rabiscar, e como a folha de papel se tornou pequena, passei a comprar metros de tecido, que deixava enrolado no pé da cama e li sempre desenhava e escrevia momentos – memórias, letras de música, cantos de roda, linhas – como um diário”, conta. Um destes trabalhos resultou na cortina da casa de Rosane, que carrega sua obra em echarpes, pulseiras, vestidos e até em guarda-chuvas, que circularam pela Feira do Livro de Porto Alegre do ano passado, em uma ação do jornal de cultura Fala Brasil, do qual a cooperada é colaboradora.

Para a exposição Arte para as Galáxias, que reúne pegadas gigantes pintadas no alto do Morro São Caetano, uma iniciativa do Atelier Templo das Artes das Américas, em paralelo a Bienal do Mercosul, Rosane desenhou um poemínimo da poeta e amiga Sandra Santos. Na mesma linha, só que desenhando em feijões, a artista produziu a partir do trabalho de sete poetas a obra que ilustra o convite da feijoada anual da Associação Chico Lisboa, realizada em agosto no Santander Cultural. “O feijão ‘costurar o grão a terra alinhavar a vida’, de Sandra, germinou!”Para conhecer mais o trabalho da colega, acesse o blog clicando no link peleenvelopedocorpo.blogspot.com

PELE ENVELOPE DO CORPO

Recebi o texto e iniciou-se uma nova fase.
Como materializar um assunto tão abstrato e ao mesmo tempo tão concreto?
Organizar ideias, colocar no papel, desenhar...
Cicatrizes psicológicas são muito fortes. Dor, saudade, perda, alegria, amor, prazer...
Cinco meses de pesquisas em filmes, Internet, livros de anatomia e escrevendo muito.
Então... cheguei na pele, que envolve tanto o psicológico como o orgânico.
A pele marca nascimento, vida e morte, com cicatrizes visíveis e invisíveis.
Minha imagem mostra minhas marcas.
Uma viagem desde o feto, posição que mais me identifico, até a fase adulta.
O fio... a teia... a linha da vida representada na palma da mão.
A agulha e a linha costuram a roupa e costuram a pele que representam a dor, a cura e a proteção.
Linha que tecemos nossa própria história!
O redondo dos bastidores que minha mãe usava...
A brincadeira de roda, o carrossel, a roda gigante... brincadeiras da minha vida.
Eu comigo mesmo, eu dentro de mim. A volta no tempo e a aceitação da minha imagem.
A flor... flor da pele... o cotidiano fazendo uma relação da flor com a pele que mostram as marcas do tempo.
Observação: Flores em vidros para observar o processo de morte e decomposição.
Não somente as flores, mas também as peles do pêssego, laranja, maçã...
Flores envoltas em tule e em contato com o ar, o envelhecimento e decomposição se dão de formas diferentes.
Pela textura leve e transparente do tule, com a forma de células. Lembrando véus, mosquiteiros, proteção como a pele.
Desde pequena desenhei em preto e branco.
E, neste momento, lembram a ecografia e o RX, máquinas perfeitas independentes de raça ou nacionalidade.



Rosane Morais

terça-feira, 30 de agosto de 2011

1º Pessoa: Pessoas


1ª PESSOA: PESSOASPor Sidnei Schneider                 
O verbo ser não existe em algumas línguas. Para os seus falantes a ideia de “eu sou” é estranha. O que seria a identidade, então? O relativo ao que em nós é estanque ou ao que se constrói ao longo da vida? Compartilhamento da cultura grupal, que em grande parte a define? Algo perceptível somente em relação ao outro, ao que é diferente de mim? Um espelho que nos conhece e que desconhecemos?                
A palavra pessoa, derivada do latim persona, aludia à máscara através da qual a voz do ator soava. No nascedouro, portanto, referia-se a um personagem, distinto do eu. O poeta Arthur Rimbaud disse-o de modo contundente: “Eu é um outro”. O eu constituindo-se através das identificações e dos significantes que vem do outro, segundo a psicanálise.                
A contradição interna originou a ideia do duplo, com Dr. Jekyll e Mr. Hyde, de Stevenson, os dois William Wilson, de Poe, Borges e eu, do próprio. Mário de Andrade foi além: “Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta”. Walt Whitman pretendeu incorporar a todos num paradoxal Canto a mim mesmo: “Eu me contradigo?/ Muito bem, eu me contradigo,/ (Eu sou amplo, abrigo multidões)”.                
Constituímo-nos de relações desde que começamos a escorregar por um túnel de úteros há milhões de anos: “quem não tenha necessidade dos outros homens... se não é deus, é um animal”, apontou Aristóteles. Ideias ou vontades nos definem menos do que atos. Para o artista, a ação mais importante está na arte que produz. É o que vinte e uma pessoas, para além da reunião das suas individualidades, oferecem aqui.


Arte + Arte 2011 - Transversalidades

http://associacaochicolisboa.blogspot.com/2011/08/arte-arte-transveersalidades-mac-rs-e.html

sábado, 27 de agosto de 2011

Feijoada da Chico

Olá!!!!
A Chico Lisboa está completando 73 anos!
Vamos comemorar juntos? 
Neste sábado dia 27, na tradicional Feijoada no Restaurante Moeda do Santander, a partir da 12h.
Teremos a presença de poetas e entrega de presentes!
Os convites estão a venda na sede da Chico e com o pessoal da diretoria!



Fotografia: Walter Alves





Fotografia por Kátia Costa

Poetas como Mario Pirata e Sidnei Schneider recitarão “poemínimos” na tradicional feijoada da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa.

O evento celebra os 73 anos da entidade e o 10º aniversário do Santander Cultural, no restaurante Moeda, no próximo sábado.

A artista Rosane Moraes escreveu os poemas em feijões, que serão distribuídos aos 150 convidados.

— A ideia é que cada pessoa leve o feijão para casa e que a semente germine — conta Vera Pellin, presidente da associação.



segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Empilháveis 2011

Mais uma vez participo do Projeto Empilháveis da amiga Kátia Costa!!!
Confiram!! 3º andar da Casa de Cultura Mario Quintana!

sábado, 16 de julho de 2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

www.tvazul.com.br

Oi amigos, gostaria de compartilhar com vocês o vídeo super bacana que a amiga Gaby Benedyct fez sobre meu trabalho. Ficou lindo! Adorei!
Muito obrigado Gaby!!!!!!
Gravado no Espaço Cultural Arte Aplicada - Porto Alegre
Julho 2011
Link para o video: www.tvazul.com.br


video

Reunião aberta - Museu e Africanidades

Participei do evento promovido pelo Museu Julio de Castilhos, que denominamos de Reunião Aberta “Museu e Africanidades”, que  teve como objetivo a discussão da nova expografia da sala de longa duração que pretende desenvolver um enfoque diferenciado sobre a trajetória dos afrodescendentes no RS, colocando esses como protagonistas da sua história .
Julho 2011
www.museujuliodecastilhos.rs.gov.br


terça-feira, 28 de junho de 2011

Dobras | Cortes | Seguranças

Estou feliz em compartilhar esse momento de mostrar o "ENVELOPE DO CORPO" - "DOBRAS CORTES SEGURANÇAS"... onde materializo o nome do meu trabalho de artes.....
Obrigado pelo carinho sempre!
No convite minha filha Mariela...
bjinho.
Rosane Morais

sábado, 4 de junho de 2011

ARTE + ARTE - Transversalidades / 2011

Já está no ar o edital do ARTE + ARTE 2011!  Participem!!!!!!!
O convite, que vocês veem abaixo, esse ano, para mim é muito especial; pois foi escolhido um detalhe, um pedaço, uma imagem, do meu trabalho para criar a arte.
Fico muito contente e agradecida!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Vestido conexão - Revista Cláudia maio/11


Quero compartilhar com meus queridos amigos este momento de alegria. 
A Revista Cláudia deste mês publica uma nota na página 24 sobre uma de minhas
criações. É uma alegria imensa ver o trabalho reconhecido por esta reconhecida revista.
Aproveito para expressar meu carinho a todos aqueles que de uma maneira ou de outra são parte desta conquista.
Rosane

terça-feira, 22 de março de 2011


Rosane é uma artista plástica gaúcha que tem este magnífico trabalho sobre dobras, cortes, seguranças.
Ela fala da roupa como sendo uma segunda pele da qual “…cobre, envolve, abraça, protege a primeira pele”. Primeira pele esta que é a do nosso prório corpo chamada por ela de “a trama da vida”.

O fio e a linha por ela é assimilado como linha do tempo. À qual a artista compara com nossa pele – na qual deixamos marcas, recordações, lembranças. Em forma de cicatrizes, manchas, rugas… nossa roupa seria tal qual nossa vida. Em suas palavras, ao explicar sua pesquisa, ela conta: ‘É como nossas vidas. […] a primeira pele traz recordações, saudades, apego, rituais de passagem […].

Propondo então uma roupa com dobras ao invés de costuras, trava de segurança ao invés de pontos, Rosane é mais do que uma estudiosa da pele. Ela é uma autêntica artista. Com seu trabalho regressou no tempo antes da era do vestir-se; nos libertou das regras, do padrão do acabamento, da costura que nos aprisiona para nos trazer, em pleno século vinte e um, a liberdade dos primórdios. Onde o pano tinha exclusivamente a função de cobrir o corpo. Nos seus vestidos encontramos toda essa função primordial com muita bossa e contemporaneidade.


Acreditei tanto no trabalho da Rosane, achei ele tao singular, que aproveitando a oportunidade de estar em São Paulo, eu e a Nicole fizemos uma produção com um dos vestidos e ela foi ao trabalho com ele, pois eu sabia que ia dar o que falar. A Nicole ligou da Abril dizendo que precisou desfilar por todos os setores da editora. E não é que o tal vestido tinha causado o maior alvoroço mesmo! Então surgiu a possibilidade de fazer um artigo na revista Claudia. Preparem-se porque daqui a uns dias talvez possamos ver a artista nas páginas da revista. Deixarei vocês informados da sequência dessa história.